Considere isso e em nosso tempo
Considere isso e em nosso tempo
Como o falcão o vê ou o homem aéreo de capacete
As nuvens se fendem de repente - olhe lá
na ponta do cigarro abafando numa borda
Na primeira festa de jardim do ano.
Passando, admire a vista do maciço
Reúnam-se lá as insuficientes unidades
Perigoso, fácil, em peles, em uniformes
E constelado em mesas reservadas
Suprida com sentimentos por uma eficiente mão
Revezando em outro lugar com fazendeiros e seus cães
Sentando em cozinhas nos tempestuosos pântanos.
Há muito, supremo Antagonista,
Mais poderoso do que a grande baleia do Norte
Antigo e pesaroso quanto `a limitante imperfeição da vida
Em Cornwall, Mendip, ou o ancoradouro Pennine
Seus comentários sobre o nascimento ilustre dos capitães das minas
Não encontraram resposta, os fez desejarem morrer
- Repousam em macas por dano.
Você fala aos seus admiradores
Por meio de ancoradouros limosos, trabalhos abandonados
Em sufocadas orquídeas, e o silencioso rastelo
Onde cães se preocuparam ou um pássaro foi atingido
Ordene ao doente que eles ataquem imediatamente:
Visite os portos e, interrompendo a conversação de lazer no bar
Dentro de uma pedra atirada n'água iluminada pelo sol
Acene sua escolha afora. Convoque
Aqueles jovens belos e doentes, aquelas mulheres
Seus solitários agentes nas paróquias do campo;
E mobilize as poderosas forças latentes
Em solos que fazem o fazendeiro brutal
Nos infectados abscessos e os olhos de arminho.
Então, prontos, comecem seus rumores, suaves mas horrorizantes
em sua capacidade de repugnância
A qual, espalhando e aumentado, deve vir a ser
Um perigo mortal, um prodigioso alarme,
Dispersando as pessoas, como papel arrancado
Trapos e utensílios num súbito gozo,
Agarrado com imensurável pavor neurótico.
Financista, deixando sua pequena sala
Onde o dinheiro é feito mas não gasto
Você não precisará mais de seu datilógrafo e boy;
O jogo está totalmente a favor de você e dos outros
Que, pensando, a passos de chinelos nos relvados do College Quad
ou Cathedral Close, que nasceram enfermeiras que vivem em "shorts"
Dormindo com as pessoas e jogando "fives".
Perseguidores da felicidade, todos que seguem
As convoluções de seu simples desejo,
É mais tarde do que você pensa; mais perto daquele dia
Longe de outro do que aquela tarde distante
Entre o farfalhar de roupas e pés batendo
Eles deram os prêmios aos garotos arruinados
Você não pode estar distante, então, não
Não embora você empacote para sair dentro de uma hora,
Escapando zunindo pelas estradas arteriais:
A data era sua: a vítima para fugas
Respiração irregular e alternadas ascendências
Depois de alguns assombrados anos migratórios
Para desintegrar em um instante na explosão de mania
Ou lapso para sempre dentro de uma clássica fadiga.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
WILL YOU TURN A DEAF EAR, W.B. Auden
Você se tornará ouvidos moucos
Para o que eles disseram na praia,
Interrogue suas partes
Em suas ricas casas;
De patas de cegonha ao alcance do paraíso
Dos compulsórios tiros certeiros
Os sensíveis que se divertem
E os mascarados aturdidos?
Ainda assim não usa insígnia de bandido
Nem deita atrás do recanto
Esperando com bombas de conspiração
Em secretiva axila;
Não carrega talismã
Para germe ou a dor abrupta
Não precisando de abrigo concreto
Nem filtro de porcelana.
Você transportará a morte para qualquer lugar
Em sua cadeira de inválido,
Com instante não afeiçoado
Mas seu atendente?
Pois para ser apoiado por amigo
Por uma mente subdesenvolvida
Para ser piada para crianças é a felicidade da morte.
Cujas anedotas traem
Sua cor favorita como o azul
Cor de sinos distantes
E casacos de meninos.
Seus contos das terras más
Perturba as mãos de costura;
Difícil ser superior
Sobre bifurcação da náusea;
Aceitar os amortecedores de
mulheres contra vitimação.
E ainda aplaudindo os circuitos
De corrida de ciclistas.
Nunca fazer sinais
Não receie nem sorvedouro nem zonas
Saúde com as esposas dos soldados
Quando a bandeira ondula;
Lembrando que há
Não reconhecido talento para isso;
Sem salário, sem generosidade
Sem país prometido.
Mas ver bravos enviados pra casa
Hermeticamente selados com vergonha
E luta vitoriosa com o frio
Em derretido metal.
Uma paz neutralizante
E uma desgraça mediana
São honras para descobrir
Para mais tarde outras.
Para o que eles disseram na praia,
Interrogue suas partes
Em suas ricas casas;
De patas de cegonha ao alcance do paraíso
Dos compulsórios tiros certeiros
Os sensíveis que se divertem
E os mascarados aturdidos?
Ainda assim não usa insígnia de bandido
Nem deita atrás do recanto
Esperando com bombas de conspiração
Em secretiva axila;
Não carrega talismã
Para germe ou a dor abrupta
Não precisando de abrigo concreto
Nem filtro de porcelana.
Você transportará a morte para qualquer lugar
Em sua cadeira de inválido,
Com instante não afeiçoado
Mas seu atendente?
Pois para ser apoiado por amigo
Por uma mente subdesenvolvida
Para ser piada para crianças é a felicidade da morte.
Cujas anedotas traem
Sua cor favorita como o azul
Cor de sinos distantes
E casacos de meninos.
Seus contos das terras más
Perturba as mãos de costura;
Difícil ser superior
Sobre bifurcação da náusea;
Aceitar os amortecedores de
mulheres contra vitimação.
E ainda aplaudindo os circuitos
De corrida de ciclistas.
Nunca fazer sinais
Não receie nem sorvedouro nem zonas
Saúde com as esposas dos soldados
Quando a bandeira ondula;
Lembrando que há
Não reconhecido talento para isso;
Sem salário, sem generosidade
Sem país prometido.
Mas ver bravos enviados pra casa
Hermeticamente selados com vergonha
E luta vitoriosa com o frio
Em derretido metal.
Uma paz neutralizante
E uma desgraça mediana
São honras para descobrir
Para mais tarde outras.
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