Mostrando postagens com marcador Richard Wilbur. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Richard Wilbur. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
A Casa, tradução do original de Richard Wilbur, da New Yorker
Algumas vezes, caminhando, ela fecharia seus olhos
Para um último olhar àquela casa branca que ela conhecia
Em dormir sozinha, e sem posição a isso,
E não entrou ainda, por todos os seus suspiros.
O que ela me contou daquela sua casa?
Poste de portão branco; terraço; luz de ventilador da porta,
Um passo de viúva acima da costa glacial;
Ventos de sal que ondulam os pinheiros circundantes.
Ela está lá agora, onde quer que seja?
Somente um homem tolo esperaria encontrar
Aquele refúgio elaborado por sua mente sonhadora.
Noite após noite, meu amor, eu lanço ao mar.
Marcadores:
revista New Yorker,
Richard Wilbur,
Tradução
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Um Ajuste de Contas, original de Richard Wilbur, da New Yorker
Na minha idade começa-se a debitar todos os seus pecados,
Esperando limpar a lousa
Antes que seja tarde demais.
Portanto eu chamo à mente
Todas as memórias do tipo
Que me fazem estremecer e suar
E tremer com remorso.
O que isso prova ser?
Em todos, eu vejo
faces chocadas que, ai de mim,
Agora conhecem-me por uma bunda.
Fatuidades que eu exprimi, bêbado ou sóbrio,
Retornam agora na pressa
E me faz minha velha bochecha corar.
Mas como posso arrepender-me
De mero constrangimento?
Maldita tolice não pode bem
me autorizar para o Inferno.
Bem, eu porei a culpa
No orgulho que é minha vergonha
Do que eu devo ser absolvido
Se for para eu ser perdoado.
Na minha idade começa-se a debitar todos os seus pecados,
Esperando limpar a lousa
Antes que seja tarde demais.
Portanto eu chamo à mente
Todas as memórias do tipo
Que me fazem estremecer e suar
E tremer com remorso.
O que isso prova ser?
Em todos, eu vejo
faces chocadas que, ai de mim,
Agora conhecem-me por uma bunda.
Fatuidades que eu exprimi, bêbado ou sóbrio,
Retornam agora na pressa
E me faz minha velha bochecha corar.
Mas como posso arrepender-me
De mero constrangimento?
Maldita tolice não pode bem
me autorizar para o Inferno.
Bem, eu porei a culpa
No orgulho que é minha vergonha
Do que eu devo ser absolvido
Se for para eu ser perdoado.
Marcadores:
Richard Wilbur,
Tradução,
Um Ajuste de Contas
Assinar:
Postagens (Atom)