Minha vida se fechou duas vezes antes de seu fechamento;
E ainda assim permanece para ver
Se a Imortalidade desvela
Um terceiro evento para mim.
Tão enorme, tão sem esperança de conceber
Como esses que caem duas vezes;
Partir é tudo que sabemos do paraíso,
E tudo que precisamos do inferno.
Mostrando postagens com marcador Emily Dickinson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emily Dickinson. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 22 de março de 2012
We never know how high we are, Emily Dickinson
Nós nunca sabemos quão altos somos
Até que somos chamados para subir;
E então, se somos verdadeiros para planejar,
Nossas estaturas tocam os céus.
O heroísmo nós recitamos
Poderia ser uma coisa diária,
Nós mesmos não fazemos a urdidura dos cubistas
Por medo de ser um rei.
Até que somos chamados para subir;
E então, se somos verdadeiros para planejar,
Nossas estaturas tocam os céus.
O heroísmo nós recitamos
Poderia ser uma coisa diária,
Nós mesmos não fazemos a urdidura dos cubistas
Por medo de ser um rei.
I years had been from home, Emily Dickinson
Por anos estive longe de casa,
E agora, diante da porta
Não ousei abri-la, com medo de um rosto
Que eu nunca vira antes
De olhar vazio fixo no meu
E perguntava o motivo de eu estar lá.
Meu motivo - só uma vida que deixei,
Era tal pessoa que morava lá?
Eu apalpei no meu nervo.
Explorei as janelas de perto;
O silêncio como um oceano encrespou,
E arrebentou no meu ouvido.
Eu ri um riso de madeira
Que eu poderia temer uma porta
A quem o perigo e o morto encarou,
E nunca tremeu antes.
Eu encaixei no ferrolho
Minha mão, com cuidado, tremendo
Com receio que atrás da horrível porta eu deva recuar,
E me deixar parada lá.
Eu movi meus dedos tão vagarosamente quanto um vidro,
E segurei meus ouvidos, e como um ladrão
Fugi ofegando da casa.
E agora, diante da porta
Não ousei abri-la, com medo de um rosto
Que eu nunca vira antes
De olhar vazio fixo no meu
E perguntava o motivo de eu estar lá.
Meu motivo - só uma vida que deixei,
Era tal pessoa que morava lá?
Eu apalpei no meu nervo.
Explorei as janelas de perto;
O silêncio como um oceano encrespou,
E arrebentou no meu ouvido.
Eu ri um riso de madeira
Que eu poderia temer uma porta
A quem o perigo e o morto encarou,
E nunca tremeu antes.
Eu encaixei no ferrolho
Minha mão, com cuidado, tremendo
Com receio que atrás da horrível porta eu deva recuar,
E me deixar parada lá.
Eu movi meus dedos tão vagarosamente quanto um vidro,
E segurei meus ouvidos, e como um ladrão
Fugi ofegando da casa.
I asked no other thing, Emily Dickinson
Não peço outra coisa,
Nem outra foi negada.
Eu ofereci o Ser por isso;
O poderoso mercador sorriu
Brasil? Ele girou um botão,
Sem uma olhadela em minha direção:
"Mas, senhora, não há nada mais
Que possamos mostrar hoje?"
Nem outra foi negada.
Eu ofereci o Ser por isso;
O poderoso mercador sorriu
Brasil? Ele girou um botão,
Sem uma olhadela em minha direção:
"Mas, senhora, não há nada mais
Que possamos mostrar hoje?"
It makes no difference abroad, Emily Dickinson
Não faz diferença no lado de fora,
As estações se encaixam do mesmo jeito,
As manhãs desabrocham em meio-dias,
E separam seus bandos de chama
Flores silvestres alumiam nas florestas,
Os riachos alardeiam o dia todo;
Nenhum melro reduz sua algaravia
Para passar o Calvário.
O Auto da Fé e o julgamento
Significam nada para a abelha;
A separação de sua rosa
Para ela parece a miséria.
As estações se encaixam do mesmo jeito,
As manhãs desabrocham em meio-dias,
E separam seus bandos de chama
Flores silvestres alumiam nas florestas,
Os riachos alardeiam o dia todo;
Nenhum melro reduz sua algaravia
Para passar o Calvário.
O Auto da Fé e o julgamento
Significam nada para a abelha;
A separação de sua rosa
Para ela parece a miséria.
quarta-feira, 21 de março de 2012
A half-past three a single bird, Emily Dickinson
Às três e meia um único pássaro
Até um silencioso céu
Propôs somente um único termo
De cautelosa melodia.
Às quatro e meia, o experimento
Subjugara o teste,
E olhe! seu princípio de prata
Suplantou todo o resto.
Às sete e meia, o elemento
Nem o suplemento foi visto.
E o lugar estava onde a presença estava,
A circunferência em comum.
A última noite que ela viveu
Era uma noite comum,
Exceto a morta; isto para nós
Fez a natureza diferente.
Notamos as menores coisas,-
Coisas que deixávamos passar,
Por essa grande luz sobre nossas mentes
Grifada, como se fosse.
Que outros pudessem existir
Enquanto ela deve terminar totalmente,
Uma inveja dela surgiu
Tão próxima ao infinito.
Nós esperamos enquanto ela passava;
Era um tempo restrito,
Chocadas demais estavam nossas almas para falar,
Em toda extensão a notícia chegou.
Ela mencionou, e esqueceu,
Então leve como um junco
Abaixada para a água, mal tremia,
Consentiu, e estava morta.
E nós, arrumamos o cabelo,
E puxamos a cabeça ereta;
E então um horrível afazer era:
Nossa fé para regular.
Até um silencioso céu
Propôs somente um único termo
De cautelosa melodia.
Às quatro e meia, o experimento
Subjugara o teste,
E olhe! seu princípio de prata
Suplantou todo o resto.
Às sete e meia, o elemento
Nem o suplemento foi visto.
E o lugar estava onde a presença estava,
A circunferência em comum.
A última noite que ela viveu
Era uma noite comum,
Exceto a morta; isto para nós
Fez a natureza diferente.
Notamos as menores coisas,-
Coisas que deixávamos passar,
Por essa grande luz sobre nossas mentes
Grifada, como se fosse.
Que outros pudessem existir
Enquanto ela deve terminar totalmente,
Uma inveja dela surgiu
Tão próxima ao infinito.
Nós esperamos enquanto ela passava;
Era um tempo restrito,
Chocadas demais estavam nossas almas para falar,
Em toda extensão a notícia chegou.
Ela mencionou, e esqueceu,
Então leve como um junco
Abaixada para a água, mal tremia,
Consentiu, e estava morta.
E nós, arrumamos o cabelo,
E puxamos a cabeça ereta;
E então um horrível afazer era:
Nossa fé para regular.
I never saw a moor; Emily Dickinson
Eu nunca vi um pântano;
Eu nunca vi o mar;
Ainda assim sei como a urze se parece,
E o que uma onda deva ser.
Eu nunca falei com Deus,
Nem visitei o paraíso;
Ainda assim estou seguro do lugar
Como se o mapa fosse dado.
Eu nunca vi o mar;
Ainda assim sei como a urze se parece,
E o que uma onda deva ser.
Eu nunca falei com Deus,
Nem visitei o paraíso;
Ainda assim estou seguro do lugar
Como se o mapa fosse dado.
There came a wind like a bugle; Emily Dickinson
Lá veio um vento como um clarim;
Com tremor através da grama,
E um verde arrepio sobre o calor
Tão agourento passou
Nós barramos as janelas e as portas
Como se de um fantasma de esmeralda;
O elétrico sapato de gamo do predestinado
Aquele exato instante passou.
Num estranho tumulto de árvores ofegantes,
E cercas fugindo,
E rios para onde as casas corriam
Os vivos assim pareciam naquele dia.
O sino dentro do campanário agreste
As coisas mutáveis que voam rodopiavam.
Quanto pode vir
E quanto pode ir
E ainda subsiste o mundo.
Com tremor através da grama,
E um verde arrepio sobre o calor
Tão agourento passou
Nós barramos as janelas e as portas
Como se de um fantasma de esmeralda;
O elétrico sapato de gamo do predestinado
Aquele exato instante passou.
Num estranho tumulto de árvores ofegantes,
E cercas fugindo,
E rios para onde as casas corriam
Os vivos assim pareciam naquele dia.
O sino dentro do campanário agreste
As coisas mutáveis que voam rodopiavam.
Quanto pode vir
E quanto pode ir
E ainda subsiste o mundo.
I felt a clearing in my mind, Emily Dickinson
Senti um clarão na minha mente
Como se meu cérebro tivesse cindido;
Tentei uní-lo, costura por costura,
Mas não pude fazê-los encaixar
O pensamento de trás eu lutei para reunir
ao pensamento anterior,
Mas a sequência desenredada estava fora de alcance
Como bolas sobre um chão.
Como se meu cérebro tivesse cindido;
Tentei uní-lo, costura por costura,
Mas não pude fazê-los encaixar
O pensamento de trás eu lutei para reunir
ao pensamento anterior,
Mas a sequência desenredada estava fora de alcance
Como bolas sobre um chão.
terça-feira, 20 de março de 2012
A Narrow fellow in the grass, Emily Dickinson
Uma reduzida criatura na grama
Ocasionalmente passeia;
Você pode tê-la encontrado,- pois não?
É notá-la de repente.
A grama se divide como se com um pente,
Uma haste manchada é vista;
E então se fecha nos seus pés
E abre adiante.
Ela gosta de terra alagadiça
Um assoalho frio demais para o milho.
Ainda quando criança, e descalça,
Eu mais de uma vez, de manhã,
Passei, pensei, um cordel de chicote
Destrançado no sol,-
Quando, curvada para protegê-la,
Ela encrespou-se, e foi embora.
Muitas das criaturas da natureza
Eu conheço e elas me conhecem;
Sinto por elas um arrebatamento
De cordialidade;
Mas eu nunca encontrei essa criatura,
Cuidando ou sozinha,
Sem uma mais apertada respiração,
E zero no osso.
Ocasionalmente passeia;
Você pode tê-la encontrado,- pois não?
É notá-la de repente.
A grama se divide como se com um pente,
Uma haste manchada é vista;
E então se fecha nos seus pés
E abre adiante.
Ela gosta de terra alagadiça
Um assoalho frio demais para o milho.
Ainda quando criança, e descalça,
Eu mais de uma vez, de manhã,
Passei, pensei, um cordel de chicote
Destrançado no sol,-
Quando, curvada para protegê-la,
Ela encrespou-se, e foi embora.
Muitas das criaturas da natureza
Eu conheço e elas me conhecem;
Sinto por elas um arrebatamento
De cordialidade;
Mas eu nunca encontrei essa criatura,
Cuidando ou sozinha,
Sem uma mais apertada respiração,
E zero no osso.
Because I could not stop for Death, Emily Dickinson
Porque eu não pude parar para a Morte,
Ela gentilmente parou para mim;
A carruagem continha apenas nós mesmos
E a Imortalidade.
Nós devagar dirigimos, ela sabia não tinha pressa,
E eu tinha deixado de lado
meu trabalho, e o meu lazer também,
Por sua civilidade.
Nós passamos a escola onde as crianças brincavam,
Suas lições pouco dadas;
Nós passamos os campos de fixo grão,
Nós passamos o pôr-do-sol.
Nós paramos diante de uma casa que parecia
Um inchaço do chão;
O telhado era pouco visível,
A cornija apenas um túmulo.
Desde então são séculos; mas cada um
Parece mais curto do que o dia
Eu primeiro imaginei as cabeças dos cavalos
Estavam em direção da eternidade.
Ela gentilmente parou para mim;
A carruagem continha apenas nós mesmos
E a Imortalidade.
Nós devagar dirigimos, ela sabia não tinha pressa,
E eu tinha deixado de lado
meu trabalho, e o meu lazer também,
Por sua civilidade.
Nós passamos a escola onde as crianças brincavam,
Suas lições pouco dadas;
Nós passamos os campos de fixo grão,
Nós passamos o pôr-do-sol.
Nós paramos diante de uma casa que parecia
Um inchaço do chão;
O telhado era pouco visível,
A cornija apenas um túmulo.
Desde então são séculos; mas cada um
Parece mais curto do que o dia
Eu primeiro imaginei as cabeças dos cavalos
Estavam em direção da eternidade.
quinta-feira, 8 de março de 2012
If you were coming in the fall, Emily Dickinson
Se você estivesse vindo na primavera,
Eu escovaria o verão
Com a metade de um sorriso e a metade de uma rejeição
Como as donas de casa esvoaçam.
Se eu pudesse vê-lo em um ano,
Eu arejaria os meses em bolas,
E as colocaria cada uma em gavetas separadas,
Até que seu tempo sobrevenha.
Se apenas os séculos demorassem
Eu os contaria com a minha mão,
Subtraindo até que meus dedos caíssem
Dentro da terra de Van Diemen.
Se de certo, quando esta vida estivesse fora,
Que a sua e a minha, deveriam estar,
Eu a lançaria acolá, como uma película,
E provaria a eternidade.
Mas agora, incerto do tamanho
A incerta asa do tempo,
Aferroa-me, como a abelha do duende,
Que não afirma sua ferroada.
Eu escovaria o verão
Com a metade de um sorriso e a metade de uma rejeição
Como as donas de casa esvoaçam.
Se eu pudesse vê-lo em um ano,
Eu arejaria os meses em bolas,
E as colocaria cada uma em gavetas separadas,
Até que seu tempo sobrevenha.
Se apenas os séculos demorassem
Eu os contaria com a minha mão,
Subtraindo até que meus dedos caíssem
Dentro da terra de Van Diemen.
Se de certo, quando esta vida estivesse fora,
Que a sua e a minha, deveriam estar,
Eu a lançaria acolá, como uma película,
E provaria a eternidade.
Mas agora, incerto do tamanho
A incerta asa do tempo,
Aferroa-me, como a abelha do duende,
Que não afirma sua ferroada.
It was not death, for I stood up, Emily Dickinson
Não era a morte, pois que eu estava de pé,
E todos os mortos deitam;
Não era a noite, pois que todos os sinos
Puseram fora suas línguas, para o meio-dia.
Não era a geada, pois na minha carne
Eu senti os sirocos fervilhando,
Nem fogo, pois apenas meus pés de mármore
Poderiam manter fresco um santuário.
E ainda assim sentia o gosto deles todos;
As figuras que vi
Se estabeleceram ordenadamente, para o enterro,
Lembrou-me do meu.
Como se a minha vida fosse raspada
E ajustada a uma moldura
E não podia respirar sem uma chave;
E era como a meia-noite, alguma,
Quando tudo que etiquetava parou,
E o espaço de olho fixo, a toda volta,
Ou terríveis geadas, as primeiras manhãs de outono,
Anulam o chão batido.
Mas muito como o caos, - sem parada, frio,-
Sem chance ou mastro
Ou mesmo um relato da terra
Para justificar o desespero.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Much madness is divinest sense, Emily Dickinson
Muita loucura é o senso mais divino
Para um olhar sagaz;
Muito senso, a mais severa loucura
Isto é a maioria
Nisto, como em tudo, prevalece.
Consinta, e você é são;
Objete, você é rigorosamente perigoso,
E controlado com corrente.
O coração pede prazer primeiro,
E então, desculpa pela dor;
E então, aqueles pequenos anódinos
Que amortecem o sofrimento;
E então, vá dormir;
E então, se for o caso
A vontade de seu Inquisidor,
A liberdade de morrer.
Para um olhar sagaz;
Muito senso, a mais severa loucura
Isto é a maioria
Nisto, como em tudo, prevalece.
Consinta, e você é são;
Objete, você é rigorosamente perigoso,
E controlado com corrente.
O coração pede prazer primeiro,
E então, desculpa pela dor;
E então, aqueles pequenos anódinos
Que amortecem o sofrimento;
E então, vá dormir;
E então, se for o caso
A vontade de seu Inquisidor,
A liberdade de morrer.
I died for beauty, but was scarce, Emily Dickinson
Eu morri pela beleza, mas era rara
Ajustada no túmulo,
Quando aquele que morre pela verdade foi deitado
Num cômodo contíguo.
Ele questionou suavemente: por que falhei?
"Pela beleza", eu repliquei
"E eu pela verdade, - os dois somos um;
Nós confrades, somos, ele disse.
E então, como compatriotas, nos encontramos uma noite,
Nos falamos entre os cômodos,
Até que o musgo alcançasse nossos lábios,
E cobrisse nossos nomes.
Ajustada no túmulo,
Quando aquele que morre pela verdade foi deitado
Num cômodo contíguo.
Ele questionou suavemente: por que falhei?
"Pela beleza", eu repliquei
"E eu pela verdade, - os dois somos um;
Nós confrades, somos, ele disse.
E então, como compatriotas, nos encontramos uma noite,
Nos falamos entre os cômodos,
Até que o musgo alcançasse nossos lábios,
E cobrisse nossos nomes.
terça-feira, 6 de março de 2012
I'll tell you how the sun rose, Emily Dickinson
Lhe direi como o sol nasceu,
Uma fita de cada vez.
Os campanários nadaram em ametista,
As notícias como esquilos voaram.
As colinas desamarraram seus gorros,
Os papa-arroz começaram.
Então eu disse suavemente a mim mesma,
"Aquele deve ter sido o sol!"
..........
Mas como se pôs, eu não sei
Lá parecia uma escada roxa
Que pequenos meninos e meninas amarelos
Estavam subindo no meio tempo
Até que eles alcançaram o outro lado,
Um pedagogo em cinza
Pôs gentilmente as barras da noite,
E levou o floco embora.
Uma fita de cada vez.
Os campanários nadaram em ametista,
As notícias como esquilos voaram.
As colinas desamarraram seus gorros,
Os papa-arroz começaram.
Então eu disse suavemente a mim mesma,
"Aquele deve ter sido o sol!"
..........
Mas como se pôs, eu não sei
Lá parecia uma escada roxa
Que pequenos meninos e meninas amarelos
Estavam subindo no meio tempo
Até que eles alcançaram o outro lado,
Um pedagogo em cinza
Pôs gentilmente as barras da noite,
E levou o floco embora.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Some keep the Sabbath going to church, Emily Dickinson
Algumas pessoas celebram o Sabbath indo à igreja;
Eu o celebro ficando em casa
Com um pássaro papa-arroz para o coro
E uma orquídea por cúpula.
Algumas pessoas celebram o Sabbath em sobrepeliz,
Eu apenas uso as minhas asas,
Em vez de dobrar o sino para a igreja
Nosso pequeno sacristão canta
Deus prega o Evangelho, - um insígne clérigo,-e o sermão nunca é longo;
Então, em vez de chegar ao paraíso finalmente,
Estou indo juntamente.
Eu o celebro ficando em casa
Com um pássaro papa-arroz para o coro
E uma orquídea por cúpula.
Algumas pessoas celebram o Sabbath em sobrepeliz,
Eu apenas uso as minhas asas,
Em vez de dobrar o sino para a igreja
Nosso pequeno sacristão canta
Deus prega o Evangelho, - um insígne clérigo,-e o sermão nunca é longo;
Então, em vez de chegar ao paraíso finalmente,
Estou indo juntamente.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
I taste a liquor never brewed, Emily Dickinson
Eu provo uma bebida nunca fermentada,
De canecas tiradas com conchas de pérola;
Não todos os tonéis sobre o Reno
Produzem tal álcool!
Inebriada de ar estou,
E devassa de refrescância,
Cambaleando através de infindáveis dias de verão,
De hospedarias de derretido céu azul.
Quando os estalajeiros viram a bêbada abelha
para fora da porta da dedaleira
Quando borboletas renunciam aos seus tragos
Eu apenas beberei mais!
Até que serafins volteiem seus chapéus de neve,
E santos fujam pela janela,
Para ver o pequeno cachaceiro
Se inclinando contra o sol.
De canecas tiradas com conchas de pérola;
Não todos os tonéis sobre o Reno
Produzem tal álcool!
Inebriada de ar estou,
E devassa de refrescância,
Cambaleando através de infindáveis dias de verão,
De hospedarias de derretido céu azul.
Quando os estalajeiros viram a bêbada abelha
para fora da porta da dedaleira
Quando borboletas renunciam aos seus tragos
Eu apenas beberei mais!
Até que serafins volteiem seus chapéus de neve,
E santos fujam pela janela,
Para ver o pequeno cachaceiro
Se inclinando contra o sol.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
An Altered look about the hills, Emily Dickinson
Um olhar inalterado sobre as colinas;
Uma luz púrpura preenche o vilarejo;
O mais amplo levantar do sol na alvorada;
Um mais profundo lusco-fusco na relva;
Uma pegada de um pé rubro-escarlate;
Um dedo roxo no declive;
Um frívolo voo sobre a vidraça;
Uma aranha em sua arte de novo;
Um adicional suporte de galo;
Uma flor esperada em todo lugar;
Um guincho de machado cantando na mata;
Odores de samambaias em estradas não percorridas,
Tudo isso, e mais não posso contar
Um olhar furtivo você conhece tão bem,
E o mistério de Nicodemos
Recebe sua resposta anual.
Uma luz púrpura preenche o vilarejo;
O mais amplo levantar do sol na alvorada;
Um mais profundo lusco-fusco na relva;
Uma pegada de um pé rubro-escarlate;
Um dedo roxo no declive;
Um frívolo voo sobre a vidraça;
Uma aranha em sua arte de novo;
Um adicional suporte de galo;
Uma flor esperada em todo lugar;
Um guincho de machado cantando na mata;
Odores de samambaias em estradas não percorridas,
Tudo isso, e mais não posso contar
Um olhar furtivo você conhece tão bem,
E o mistério de Nicodemos
Recebe sua resposta anual.
TO fight aloud is very brave, Emily Dickinson
Lutar em voz alta é muito corajoso,
Mas galanteador, eu sei,
Quem carrega dentro do peito,
A cavalaria da angústia.
Quem vence, e as nações não vêem,
Quem cai, e ninguém observa,
Para cujos olhos da morte nenhum país
Olha com amor patriota.
Nós confiamos, em emplumada procissão,
Para tal os anjos vão,
Fileira após fileira, com pés precisos
E uniformes de neve.
Mas galanteador, eu sei,
Quem carrega dentro do peito,
A cavalaria da angústia.
Quem vence, e as nações não vêem,
Quem cai, e ninguém observa,
Para cujos olhos da morte nenhum país
Olha com amor patriota.
Nós confiamos, em emplumada procissão,
Para tal os anjos vão,
Fileira após fileira, com pés precisos
E uniformes de neve.
Assinar:
Postagens (Atom)